Suspeito de furtar R$ 60 mil da casa do ex-padrasto é preso pela Polícia Civil em Itapeva
Investigado, que já tinha condenação por furto e estava foragido, foi localizado em Itapetininga com parte do dinheiro; polícia aponta conhecimento da rotina da vítima como facilitador do crime
A Polícia Civil prendeu, na quarta-feira, 22 de abril, um homem suspeito de furtar cerca de R$ 60 mil da residência do ex-padrasto em Itapeva (SP). O crime ocorreu no domingo (19) e, segundo os investigadores, foi cometido com base em informações privilegiadas sobre a rotina da família e a estrutura do imóvel, o que levantou indícios de premeditação.
De acordo com a Delegacia de Investigações Gerais (DIG) de Itapeva, a vítima relatou que o suspeito é filho de sua ex-esposa e já havia sido condenado anteriormente por furto, encontrando-se foragido da Justiça. A familiaridade entre o investigado e o ambiente doméstico teria sido determinante para a execução do crime, já que ele sabia onde o dinheiro estava guardado e possuía acesso à chave da residência.
As investigações avançaram rapidamente após a análise de imagens de câmeras de segurança, que auxiliaram na identificação do autor. A partir desses elementos, os policiais conseguiram traçar o paradeiro do suspeito, localizando-o na casa da mãe, situada na Vila Camarões, em Itapetininga.
No momento da abordagem, os agentes encontraram com o homem a quantia de R$ 7,9 mil em dinheiro. O valor foi apreendido e, conforme a Polícia Civil, será restituído à vítima, enquanto o restante segue sendo objeto de apuração para possível recuperação.
A linha investigativa reforça a hipótese de que o crime não foi ocasional, mas sim articulado com base em vínculos pessoais e conhecimento prévio, o que tende a agravar a situação do investigado no âmbito judicial. A reincidência e a condição de foragido também devem pesar no curso do processo penal.
O caso segue sob investigação por meio de inquérito policial conduzido pela DIG de Itapeva, que busca esclarecer todos os detalhes da ação criminosa, inclusive a eventual participação de terceiros e o destino do valor subtraído.
Foto: Reprodução/Polícia Civil

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