Câmara de Itararé aprova homenagem e dá nome de Raquel de Oliveira Lima ao CREAS
Projeto aprovado por unanimidade transforma memória em símbolo de acolhimento e reforça compromisso institucional no enfrentamento à violência contra a mulher

A Câmara Municipal de Itararé aprovou por unanimidade o Projeto de Lei Ordinária do Legislativo nº 12/2026, que denomina o Centro de Referência Especializado da Assistência Social (CREAS) como “CREAS Raquel de Oliveira Lima”. A proposta, apresentada pelo vereador Pastor Marquinhos, ultrapassa o caráter formal de uma simples nomeação e insere no espaço público um gesto carregado de significado, ao associar a memória de uma mulher itarareense a um equipamento voltado ao acolhimento e à proteção de pessoas em situação de vulnerabilidade.
A iniciativa foi interpretada como um marco simbólico na política local, sobretudo por vincular a identidade de um serviço essencial à assistência social à memória de uma vítima de feminicídio. Ao dar nome ao CREAS, o Legislativo não apenas reconhece a trajetória de Raquel, mas também projeta sua história como referência permanente para o enfrentamento à violência contra a mulher, conferindo densidade moral a uma decisão que poderia se limitar ao rito burocrático.
Durante a tramitação e defesa da proposta, o autor destacou que a homenagem não deveria ser compreendida como um ato isolado, mas como parte de uma reflexão mais ampla sobre o papel das mulheres na construção da sociedade. O debate ganhou ainda mais relevância no contexto da sessão solene em homenagem às mulheres itarareenses, ocasião em que foram reconhecidas trajetórias ligadas à família, ao trabalho, à educação, à saúde e à fé, consolidando um ambiente institucional voltado à valorização feminina.
A convergência unânime dos vereadores em torno do projeto também evidenciou um raro momento de consenso político, pautado por valores essenciais como dignidade, respeito e memória. Ao aprovar a matéria sem divergências, o plenário demonstrou que o Legislativo pode, em determinadas circunstâncias, transcender disputas ideológicas para se posicionar de forma clara diante de temas que envolvem direitos humanos e responsabilidade social.
Com a futura sanção da lei, o nome “CREAS Raquel de Oliveira Lima” passará a integrar oficialmente a estrutura institucional do município. Mais do que uma inscrição na fachada, a denominação tende a funcionar como um lembrete permanente de que políticas públicas de assistência social devem estar ancoradas em princípios concretos de acolhimento, proteção e cuidado, especialmente diante de situações de violência e violação de direitos.
Ao atribuir a um equipamento de proteção social o nome de uma mulher vítima de feminicídio, Itararé estabelece um posicionamento inequívoco: o de que a memória não será silenciada e de que a responsabilidade coletiva no enfrentamento à violência contra a mulher deve ser continuamente reafirmada. Nesse gesto, a cidade transforma lembrança em compromisso — e inscreve, na estrutura pública, um recado que não admite retrocessos.
A iniciativa foi interpretada como um marco simbólico na política local, sobretudo por vincular a identidade de um serviço essencial à assistência social à memória de uma vítima de feminicídio. Ao dar nome ao CREAS, o Legislativo não apenas reconhece a trajetória de Raquel, mas também projeta sua história como referência permanente para o enfrentamento à violência contra a mulher, conferindo densidade moral a uma decisão que poderia se limitar ao rito burocrático.
Durante a tramitação e defesa da proposta, o autor destacou que a homenagem não deveria ser compreendida como um ato isolado, mas como parte de uma reflexão mais ampla sobre o papel das mulheres na construção da sociedade. O debate ganhou ainda mais relevância no contexto da sessão solene em homenagem às mulheres itarareenses, ocasião em que foram reconhecidas trajetórias ligadas à família, ao trabalho, à educação, à saúde e à fé, consolidando um ambiente institucional voltado à valorização feminina.
A convergência unânime dos vereadores em torno do projeto também evidenciou um raro momento de consenso político, pautado por valores essenciais como dignidade, respeito e memória. Ao aprovar a matéria sem divergências, o plenário demonstrou que o Legislativo pode, em determinadas circunstâncias, transcender disputas ideológicas para se posicionar de forma clara diante de temas que envolvem direitos humanos e responsabilidade social.
Com a futura sanção da lei, o nome “CREAS Raquel de Oliveira Lima” passará a integrar oficialmente a estrutura institucional do município. Mais do que uma inscrição na fachada, a denominação tende a funcionar como um lembrete permanente de que políticas públicas de assistência social devem estar ancoradas em princípios concretos de acolhimento, proteção e cuidado, especialmente diante de situações de violência e violação de direitos.
Ao atribuir a um equipamento de proteção social o nome de uma mulher vítima de feminicídio, Itararé estabelece um posicionamento inequívoco: o de que a memória não será silenciada e de que a responsabilidade coletiva no enfrentamento à violência contra a mulher deve ser continuamente reafirmada. Nesse gesto, a cidade transforma lembrança em compromisso — e inscreve, na estrutura pública, um recado que não admite retrocessos.

Deixe um comentário