Polícia

Homem é preso em Avaré suspeito de armazenar material de abuso sexual infantojuvenil e fazer apologia ao nazismo

Operação da Polícia Federal cumpriu mandado de busca e apreensão e apreendeu dispositivos eletrônicos com conteúdo ilegal; investigado foi encaminhado à delegacia da PF em Bauru

A Polícia Federal prendeu, na manhã desta terça-feira, 10 de março, um homem suspeito de armazenar e compartilhar material de abuso sexual infantojuvenil e de fazer apologia ao nazismo no município de Avaré, no interior de São Paulo. A ação ocorreu durante a chamada “Operação Cruzador”, que teve como objetivo combater crimes relacionados à exploração sexual de crianças e adolescentes na internet, além de práticas de racismo associadas à exaltação do regime nazista.

De acordo com informações divulgadas pela Polícia Federal, agentes cumpriram um mandado de busca e apreensão na residência do investigado. Durante a diligência, os policiais localizaram dispositivos eletrônicos que, segundo os primeiros levantamentos, continham fotos e vídeos com conteúdo de abuso sexual envolvendo menores de idade. Também foram encontrados diversos materiais relacionados à apologia ao nazismo, prática considerada crime pela legislação brasileira.

Os equipamentos e mídias digitais apreendidos foram recolhidos para análise pericial. O material passará por exames técnicos especializados que devem confirmar as evidências iniciais e possibilitar o aprofundamento das investigações, incluindo a identificação de eventuais redes de compartilhamento de conteúdo ilegal na internet.

Após a ação policial, o suspeito foi conduzido à Delegacia da Polícia Federal em Bauru, onde permaneceu à disposição da Justiça. As autoridades não divulgaram detalhes sobre a identidade do investigado nem sobre a quantidade de arquivos encontrados, informações que devem surgir no decorrer da investigação.

A Polícia Federal destacou que operações como a realizada em Avaré fazem parte de um esforço contínuo de repressão a crimes cibernéticos envolvendo exploração sexual infantojuvenil, considerados de extrema gravidade. A corporação reforça que denúncias podem ser fundamentais para identificar suspeitos e interromper a circulação desse tipo de conteúdo ilícito na rede.

Foto: Reprodução/Imagens da Internet

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